segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Cocadinha brasileira

     Olá!

     Neste fim de semana outonal, apareceram cá em casa as famosas cocadinhas da Bahia! De regresso a Portugal, uma amiga querida, daquelas cuja amizade  resiste  ao passar dos anos e à distância fisica, trouxe com ela não só abraços apertados, mas também as cocadinhas brasileiras. Doce tradicional de Angola e tipico do Brasil, diz-se que a cocada foi trazida pelos  negros africanos, que as inseriram na culinária brasileira, assim como outros pratos baianos característicos. 
     Foi quanto bastou, para que o café de sábado tivesse o travo carioca...






         Com a polpa do coco ralada e cozida, açucar,  e mais não sei o quê, assim se prepara esta deliciosa "cocada"! Um doce deveras saboroso. Alguém conhece?


 


     Detalhes e manias!






  Ainda no campo, foi tempo de receber a tal minha amiga e a sua família, num ambiente que levou à conversa e ao aproveitar a tarde. Em tonalidades outonais, pois então! Afinal é com o gosto pelo pormenor que o que está à volta se pode tornar valioso...




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   Um abraço e uma boa semana!

    Nota pessoal: fiquei muito feliz com o teu regresso Marcia!














sexta-feira, 23 de outubro de 2015

DOCE ABÓBORA

    Olá!

    Que sou fã da revista Jardins já não é novidade para ninguém.  Mas desta vez, assim que a li, corri atrás das minhas abóboras, e foi num ápice que começaram a sair as primeiras compotas e doces de Outono. Para barrar no pão e nas tostas, e sobretudo para preservar o sabor das frutas durante todo o ano... 








     Depois, bastou personalizar os frascos: cortei papel circular sobre a tampa do frasco, e atei a toda à volta com cordão. E como se destinava a alguém muito especial, também o invólucro das tostas teve direito a uma fita catita... À boa maneira portuguesa, pois então!




     Continuação de boa semana!

     Manuela

domingo, 18 de outubro de 2015

Oto... quê?!

     Olá!

     Perguntam vocês que "título é este"?!
    Pois foi exactamente esta expressão divertida "oto... quê?!" que uma amiga minha utilizou quando eu lhe dizia que tinha uma cobertura nova para a minha velha otomana! 
Pois bem, numa altura em que as apaixonadas por decoração resolveram aderir à tendência das otomanas redondas, rectangulares, quadradas - de vários tamanhos, estilos e texturas-  a servir de mesas de apoio, de descanso para os pés, de assento, e por aí vai, apeteceu-me dar uma cara nova à velha otomana que tenho na casa de campo. Mais uma vez recorri à Teresa, autora do blogue Home Change Home, para dar continuidade à minha nova mania das tonalidades neutras, conforme já mostrei AQUI .
 As otomanas, vulgo, sofás ou bancos sem braços e encosto, são práticas, decorativas e super confortáveis, dependendo do uso que lhe dermos. Digamos que têm um conceito... multifuncional!!
     Devo dizer, que tal como  a minha amiga, também inicialmente eu achava que "otomano" era só um habitante da Turquia... mas acabei por me render e aderi à dita expressão, ou melhor, aos tais bancos semelhantes aos que usam os turcos e os arabes, e que aqui pelo campo já contam com vários anos de uso e desuso!





     Pequenos pedaços de uma casa campestre...





      Um abraço!

      Manuela